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A primeira pedra

Março 16, 2013

Depois de deliberar sobre a forma mais correta de escrever trotskista, que para quem não sabe é um ponto de discórdia entre trotskistas*, nasce finalmente O Trotskista. Este blogue será a continuação do trabalho feito n’A Chinesa mas desta vez sob a bandeira da Quarta Internacional.

Não considero que Mao Tsé-tung tenha sido um reacionário mas os seus seguidores obviamente que são. Por isso é melhor separar as águas e afastar-me de qualquer motivo que levante dúvidas quanto à natureza ideológica do blogue: O Trotskista é trotskista, ou um seja seguidor do pensamento marxista revolucionário e das tradições do partido bolchevique-leninista.

A verdadeira crise da humanidade não é económica mas sim política. Enquanto os líderes do movimento operário não tomarem consciência da força transformadora da classe que defendem e evitarem, constantemente e cobardemente, a tomada do poder, eles serão tão ou mais traidores que os capitalistas, e os seus aliados, e terão de ser julgados e afastados dos seus lugares.

O Trotskista compromete-se, desde já, em contribuir, com o seu sangue e o seu génio, para a revolução socialista e estará sempre do lado da classe trabalhadora, pois só ela será capaz de transformar o mundo e conduzir a humanidade para uma nova época de desenvolvimento e progresso: é o seu papel histórico.

Só seguindo os ensinamentos dos verdadeiros revolucionários – K. Marx, F. Engels, V. Lénine e L. Trotsky – e construíndo uma nova Internacional Revolucionária sobre as bases da Quarta Internacional poderemos ultrapassar esta crise final do capitalismo. Sem uma organização operária, revolucionária e unitária, arriscamo-nos a marcar passo durante longas décadas de crise, fome e miséria. O exemplo da Grécia é bem elucidativo disso. E a incapacidade dos trabalhadores portugueses e espanhois de derrubarem os seus governos também!

Mais do que indignação é preciso combatividade. Mais do que discursos inflamados é preciso teoria. É preciso estudarmos os mestres. É preciso politizar, politizar, politizar. Um período revolucionário não surge do vácuo mas do grau de consciência política dos trabalhadores. As tarefas dos trotskistas portugueses passam pela urgente educação da classe trabalhadora. Nesse sentido este blogue é apenas mais roda dentada nessa grande engrenagem que é a revolução socialista.

Quem quiser contribuir com artigos ou comentários está à vontade, basta usar o formulário em cima para entrar em contacto.

Trotskistas, estudem! Trotskistas, eduquem! Trotskistas, lutem! Construamos uma nova Internacional Revolucionária!

F. C.
16 de Março, 2013


*trotskysmo ou trotskismo?

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From → Comunicados

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